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Ontem no Later… With Jools Holland eu vi Franz Ferdinand e Ryan Adams – assim, um atrás do outro. É lá que sempre vejo performances live (na maioria das vezes é reprise) de: PJ Harvey, Björk, CAT POWER, Pulp, Radiohead, Mazzy Star, Alicia Keys, Coldplay, Keane, Teenage Fanclub, Morrissey… Isso só para citar alguns.
Obrigado Jools.
Depois de ter quebrado o quadro que eu estava pintando e odiando, hoje em 1 hora pintei outro – faltou fazer a pele e alguns outros detalhes que termino depois. Sempre faço desenhinhos nossos, eu sempre com essa presilha e ele sempre com o cabelinho pontudo - esse quadrinho vai ser pendurado em cima da nossa mesa na cozinha.
mais um item riscado da minha lista:
item #32: pintar um quadro; – oh yeah.
Passei o dia em Nagoya no bairro de Sakae. Primeira parada: a Torre Eiffel japonesa – a Torre de TV de Nagoya (que eu ainda não havia visitado), construída em 1954 e a mais antiga construída no Japão. Assim é comparada com a Torre Eiffel em Paris não só por sua estrutura, mas também pelo deck de observação que oferece e seu restaurante no deck inferior. Não almocei no restaurante da Torre, achei muito mais agradável comer na praça situada embaixo da Torre, com muitas árvores e cafés, com mesinhas distribuídas pelo chão de mosaico – enquanto consultava o mapa para a nossa próxima parada, me deliciava em um gelato de morango fazendo o que mais gosto: observar as pessoas.
Ao longo da Torre de TV está situado um parque com muitas árvores e um chafariz grande, onde as pessoas sentam e comem, crianças brincam e uma Feira do Produtor acontecia ali mesmo, com produtos locais, claro: mel, flores, leite e frutas com os stands usuais de comidas e bebidas – uma verdadeira profusão de aromas e cores. Também visitamos o Oasis 21 novamente.
De lá, segui até o Museu do Robô (Robot Museum), inaugurado em outubro passado. Na galeria de robôs estão expostos robôs de filmes, como a robô de Metrópolis e o C3PO de Star Wars e outros. Também havia os primeiros computadores apple macintosh e muitos e muitos brinquedos. Se você entende japonês, você é entregue um iPod com a narração da história e evolução dos robôs e seu papel no imaginário coletivo – aquela coisa junguiana do inconsciente coletivo, acho. Há também um workshop onde você pode montar seu próprio robôzinho (acho que há uma taxa adicional, mas não tenho certeza, estava muito cheio). Logo na entrada experimentei andar em uma Segway scooter
Almocei em um Outback steakhouse e de volta à Estação Central de Nagoya (onde fica a Sanseido Bookstore; voltamos com alguns livros sobre gastronomia) fui na roda-gigante do Sunshine Sakae – uma roda-gigante de 42m que está presa à parede lateral do shopping.



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